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Crivella participa de reunião para definir volta às aulas de escolas particulares

Prefeito disse que a volta será voluntária

Fonte; O Dia / Foto: Fernando Salles / AM Press & Images / Estadão Conteúdo | 29/06/2020 - 14:00
Crivella participa de reunião para definir volta às aulas de escolas particulares

O prefeito Marcelo Crivella irá se reunir com com donos de escolas e presidentes de sindicatos de professores de escolas privadas para definir a volta das aulas das unidades a partir do dia 15 de julho. As escolas públicas seguem sem previsão para retorno. O encontro será realizado nesta segunda-feira.
Segundo Crivella, a volta das unidades privadas seria realizada de maneira voluntária, com o aval de pais e professores.

"Se o professor quiser e se sentir bem em voltar, volta, assim como os pais de alunos que quiserem mandar pra escola podem voltar. Mas se não se sentirem seguros o professor não pode ter o dia descontado e o aluno não pode ter falta", disse.

O prefeito também disse que as seis mil merendeiras da rede municipal estão sendo testadas para que até agosto, as cantinas voltem a receber alunos que precisem realizar as refeições nas escolas.

"Nós estamos fazendo o teste em seis mil merendeiras da rede municipal e quem sabe se todas estiverem imunizadas, nós possamos voltar com as nossas cozinhas lá para agosto. Seria muito bom que os alunos possam ir tomar café e almoçar nas escolas", completou.

Aulas suspensas

As aulas em todo o estado do Rio estão suspensas desde o dia 16 de março como medida de prevenção ao novo coronavírus. Desde então, alunos da rede pública e privada receberam a opção de estudar à distância, em portais na internet disponibilizados pelas instituições, pelo governo do estado e prefeituras. No entanto, parte dos alunos da rede pública não tem acesso à internet. A situação gerou um movimento de pessoas que pediram pelo cancelamento do ano letivo.

Uma pesquisa aponta que 28% dos jovens e 15 a 29 anos pensam em deixar os estudos quando as escolas e universidades reabrirem, após suspensão das aulas devido à pandemia do novo coronavírus.

Enem

O debate também gerou pedidos para que o Ministério da Educação (MEC) cancelasse o Enem. O então ministro da pasta, Abraham Weintraub, alegou que o exame não era para atender injustiças sociais, mas para selecionar os melhores. No entanto, a prova foi adiada e uma votação foi aberta para que os alunos escolham novas datas.