Anterior

ANTERIOR

Pastor perseguido da Colômbia vem ao Brasil para contar sobre como conheceu a Cristo

12/12/2018

Universo Cristão

Cristão perseguido do Quênia, compartilhou no Brasil sobre seu testemunho e experiências

Fred compartilhou sobre as lições que aprendeu com Deus após o ataque

Fonte: Portas Abertas | 10/10/2018 - 11:10
Cristão perseguido do Quênia, compartilhou no Brasil sobre seu testemunho e experiências

Entre os dias 19 de setembro e 8 de outubro, Fred, jovem cristão perseguido do Quênia, esteve no Brasil para compartilhar seu testemunho e sobre a perseguição em seu país. Neste período ele passou pelas cidades de São Paulo, Salvador, João Pessoa e Curitiba, percorrendo 17 igrejas. Um total de 4031 pessoas ouviram o cristão que sobreviveu ao ataque à Universidade de Garissa em abril de 2015.

Nas oportunidades, ele compartilhou mais sobre sua história, família, a escolha da universidade, os desafios de ser cristão em uma comunidade de maioria muçulmana, além de dar detalhes sobre o ataque do grupo extremista Al-Shabaab. Ao todo 147 pessoas foram mortas, na maioria cristãos.

Ele agradeceu a Deus pela oportunidade de contar sua história. Compartilhou também que muitas vezes, enquanto participa de cultos, sua memória o leva ao tempo que passou com o grupo de jovens alunos de sua universidade, antes do ataque. Apesar da dor vinculada às lembranças, afirmou que a oração lhe trouxe conforto e que hoje agradece a Deus por tudo que aconteceu.

Segundo Fred, entre as lições que aprendeu após sobreviver ao ataque estão que muitos perderam suas vidas enquanto se preparavam para encontrar o Senhor. “Você está preparado para se encontrar com ele? Nós não vivemos para sempre. Este não é o nosso lar. Eu estou pronto”, afirmou o cristão. Além disso, ressaltou que o cristão deve ter compromisso mesmo nos momentos de dor, porque esta é a realidade de muitos.

Especificamente para a igreja brasileira ele falou sobre a importância de sermos um e estarmos junto com os irmãos perseguidos. Também disse que devemos ser gratos pelo nosso país e aproveitar da liberdade que temos para ser a voz daqueles que não podem falar.