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Missionários desenvolvem trabalho em Moçambique

Casal trabalha com crianças que perderam os pais ou viviam em situação de risco

Casal trabalha com crianças que perderam os pais ou viviam em situação de risco
Missionários desenvolvem trabalho em Moçambique

O casal Edvaldo e Adriana Marcolino têm sido voz de Deus em Moçambique, onde atuam no Centro Arco-Íris Machava. Ali funciona um orfanato que recebe crianças que perderam os pais, sofreram maus-tratos em casa ou viviam em situação de risco. Através desse ministério missionário, as crianças aprendem um novo sentido para a vida e têm a oportunidade de conhecer a Palavra e o amor de Deus.

O exemplo mais recente é o jovem Oscar, um dos rapazes que cresceu no orfanato. Segundo os missionários, Oscar chegou ainda pequeno, mas os anos se passaram, ele cresceu, conheceu a Jesus e se entregou totalmente ao Senhor. Recentemente, o Pr. Edvaldo celebrou o casamento de Oscar com a jovem Katia.

“Foi uma alegria realizar o casamento de alguém tão especial, de alguém que vimos crescer, de alguém que educamos e a quem amamos muito. Nosso ‘filho’ Oscar cresceu, e como é bom ver que Deus está no controle de sua vida, de sua história! Louvado seja Deus”, diz o Pr. Edvaldo.

O orfanato foi abençoado também com a doação de alimentos. Um dia, os missionários receberam uma ligação de uma organização falando que o orfanato tinha recebido uma doação.

“Quando olhamos, já estranhamos, pois era um caminhão muito grande. Ao conferirmos a nota, percebemos que se tratava de milho e feijão para a criançada do orfanato! As crianças pulavam de alegria e nós também, pois a refeição diária aqui é à base milho”, explica a missionária Adriana.

No dia 1 de junho, foi comemorado o Dia da Criança, e uma programação especial marcou a data. As crianças do orfanato e da escola do Centro Arco-Íris Machava se prepararam bastante para a ocasião. Cada classe apresentou uma música, versículo ou coreografia.

“Mas o que nos surpreendeu mesmo foi a apresentação de um menino de 7 anos que está na segunda classe. O nome dele é Loló. Ele contou a história do livro sem palavras, e com as suas cores descrevia com graça e perfeição o plano da salvação. Não se ouvia um barulho, e todos prestavam atenção no que ele contava e na firmeza de suas palavras. A mãe de Loló, que estava na plateia, chorava de emoção”, relata Adriana.

Histórias como as de Oscar e de Loló mostram que vale a pena investir nos pequeninos.