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Cristãos seguem perseguidos no Sudão

Milhares de cristãos foram mortos em ataques, que muitos acreditam ter sido uma limpeza étnica de povos minoritários

Cristãos seguem perseguidos no Sudão

No início de janeiro é comemorado a independência do Sudão. O país fazia parte do Sudão Anglo-Egípcio e se separou após a Segunda Guerra Civil Sudanesa.

Em 1956, aconteceu a guerra civil, iniciada no Sul, com grupos de tradição cristã e animista de expressão africana, contra o Norte, de religião muçulmana. 

A data é celebrada desde aquela ocasião, mas os cristãos não têm muito o que comemorar. Muitas igrejas foram destruídas, e vários fieis foram presos sob o regime da sharia (conjunto de leis islâmicas). Os seguidores de Cristo enfrentam restrições individuais e coletivas.  

Até 2011, o Sudão era o maior país da África e do mundo árabe, antes de o Sudão do Sul se separar como nação independente. Naquele ano, milhares de cristãos foram mortos em ataques, que muitos acreditam ter sido uma limpeza étnica de povos minoritários. O país tem incentivado a liberdade religiosa desde 2020, mas os cristãos ex-muçulmanos ainda enfrentam perseguição extrema da família e da comunidade.  

 

Com informações: Portas Abertas (03.01.22)