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Crianças deixam de ir à escola no Quênia

População fica em alerta após ataques violentos e toque de recolher

Crianças deixam de ir à escola no Quênia

Com a semana marcado por ataques no Nordeste do Quênia, as crianças da região da costa de Lamu, não compareceram às aulas, na escola.

Um toque de recolher foi imposto pelo governo queniano, após supostos grupos de extremistas islâmicos assassinarem sete cristãos, durante os ataques que aconteceram nos últimos domingo (2) e segunda-feira (3).  

Apesar das suspeitas, ainda não foi divulgado oficialmente quem são os responsáveis pelos crimes que atingiram as aldeias de Widhu e Hindi, próximas a Lamu. Confome informado anterioremente no CPAD News, essa localidade no Quênia faz fronteira com áreas da Somália onde possui atividade do grupo Al-Shabaab.

De acordo com as informações da Portas Abertas, nesta segunda-feira não havia crianças nas duas escolas locais. Após alguns professores tentarem convencer os pais de que era seguro mandar os filhos para a escola, 25 dos 300 alunos compareceram no dia seguinte.

No Quênia, há relatos de extremistas islâmicos terem atacado escolas, algumas vezes, e nessas ocasiões, os criminosos alegavam que as escolas têm como base princípios ocidentais anti-islâmicos. Por conta desse histórico, a Portas Abertas destaca que, muitos pais temem que gangues criminosas ataquem escolas e matem ou sequestrem as crianças.   

 

CPAD News/ Com informações Portas Abertas - Foto: Reprodução Portas Abertas